| Manifesto de Apoio ao 3º PNDH |
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"A defesa dos Direitos Humanos está intimamente relacionada com a democratização da sociedade brasileira. A luta por direitos humanos é uma tarefa permanente e pressupõe a defesa de direitos econômicos, sociais e culturais de todos e de cada um, e a participação da sociedade mobilizada na direção da defesa da liberdade e da busca da igualdade e do respeito à diferença".
Sólon Eduardo Viola, Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. ".O PNEDH representa um avanço no fortalecimento e na consolidação da democracia em nosso país". Aida Maria Monteiro Silva, Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos e Universidade Federal de PE "Apoiar o 3º PNDH é respeitar a diversidade e caminhar em direção ao BRASIL PLURAL". Jane Beltrão, Secretária Geral da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Editora de Amazônica - Revista de Antropologia “O 3° Programa Nacional de Direitos Humanos dá continuidade e amplia os anteriores, numa clara demonstração de que a política de Direitos Humanos no Brasil é uma política de Estado e não somente do governo. Ele é fruto da participação conjunta da Sociedade Civil e do Estado Brasileiro e deve ser apoiado por todos aqueles que defendem a consolidação da democracia e do Estado de Direito no Brasil. Assim, repudiamos os ataques injustificados, as simplificações e deturpações que estão sendo divulgadas pela grande mídia, que representa os setores conservadores e reacionários da sociedade brasileira, e que não correspondem ao conteúdo do Programa. Desse modo, expressamos o nosso total apoio ao Ministro Paulo Vanucchi e a todas as entidades que participaram da elaboração do 3PNDH, por entendermos que assim procedendo estamos apoiando a sociedade brasileira, e nos comprometemos a colaborar ativamente na sua implementação”. Giuseppe Tosi, Coordenador do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba "..O 3º PNDH é coerente com a necessária continuidade e a consolidação dos Planos anteriores , sendo fruto de ampla participação social na sua elaboração. Traduz, em tópicos específicos, as diversas dimensões dos direitos humanos , expressando a interdependência e a indivisibilidade dos direitos civís, sócio-econômicos, culturais e ambientais". Maria Victoria de Mesquita Benevides, Associação Nacional de Direitos Humanos – Pesquisa e Pós-graduação "Direitos Humanos estão consagrados na Constituição Brasileira. O III Programa Nacional de DH nasce em cumprimento à lei maior e trata de direitos essenciais consagrados em todas as sociedades onde a democracia floresceu e se consolidou. Negar existência ao programa é o mesmo que subtrair legitimidade ao estado nação que constitui e associa cidadãos e cidadãs brasileiros". Sérgio Adorno, Professor Titular de Sociologia FFLCH-USP, Coordenador do NEV-USP, Coordenador do INCT-CNPq "Democracia, Violência e Segurança Cidadã", Coordenador da Cátedra UNESCO "Educação para a Paz, Democracia, Direitos Humanos e Tolerância". “Que Lula não seja besta de querer ser na área dos direitos humanos aquilo que Rui Barbosa ficou maculado com a escravidão”. Roberto Monte, DHnet e Comitê Nacional de Educação de Direitos Humanos “Está no 3º PNDH o que a sociedade civil e o Estado vêm construindo há décadas: a valorização e a defesa da diversidade e da autonomia da mulher; o respeito à pluralidade religiosa e à liberdade de consciência nos espaços públicos; o direito à memória. São pautas que fortalecem a democracia, protegendo-a do autoritarismo, tendo por isso o 3º PNDH especial valor histórico.” Roseli Fischmann, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da USP; pesquisadora-líder do Núcleo de Educação em Direitos Humanos, da Faculdade de Humanidades e Direito da Universidade Metodista de São Paulo; e Expert UNESCO para a Coalizão UNESCO de Cidades contra o Racismo e a Discriminação. “O PNDH3 é um avanço da democracia no Brasil. Ele é o resultado de consultas das Universidades, ONGS, entidades da sociedade civil em todos os estados do Brasil. Devemos nos orgulhar deste plano e lutar para que se realize”. Margarida Genevois, Rede Nacional de Educação em Direitos. "O funcionamento da esfera econômica impõe fortes limites estruturais à eficácia dos direitros humanos. Assim, um plano de direitos humanos, para ter um mínimo de eficácia, precisa incluir, como fez o 3o PND, questões como proteção ao meio ambiente, erradicação da pobreza e limitações estruturais e sociais ao direito de propriedade, entre outros direitos básicos de cunho econômico e social." Calixto Salomão Filho, Professor da Universidade de São Paulo. “O PNDH 3 significa um passo adiante no sentido de o Estado brasileiro assumir programaticamente - além de normativamente - os compromissos constitucionais e internacionais com a efetivação dos direitos humanos como direitos de toda gente. Cada vez mais me convenço de que as reações conservadoras manifestas por militares, ruralistas, donos da imprensa e a ortodoxia religiosa só reforçam a pertinência do que está proposto no PNDH 3. Vida longa ao PNDH 3 e, acima de tudo, que seja realizado a fim de que os direitos humanos sejam conteúdo substantivo de cada sujeito humano”. Paulo César Carbonari, conselheiro nacional do Movimento Nacional de Direitos Humano (MNDH), filósofo e professor do Instituto Superior de Filosofia Berthier (IFIBE), diretor da ANDHEP. “O 3º. PNDH é um documento incentivador do aprofundamento da cultura dos direitos humanos e de vital importância para a democracia brasileira”. Eduardo C. B. Bittar – Presidente da Associação Nacional de Direitos Humanos – Pesquisa e Pós-graduação
MANIFESTO DE APOIO AO 3º PNDH
A Associação Nacional de Direitos Humanos – Pesquisa e Pós Graduação, entidade representativa dos programas de pós-graduação em direitos humanos no Brasil, torna público seu integral apoio ao 3º PNDH, instituído pelo Decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009.
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